terça-feira, 6 de junho de 2023

Cyberbullying.


Cyberbullying: um problema grave que precisa ser combatido


O cyberbullying é uma forma de violência que acontece por meio das tecnologias digitais, como redes sociais, aplicativos de mensagens, e-mails e jogos online. Ele consiste em atos de intimidação, humilhação, exposição, perseguição, calúnia e difamação contra uma pessoa ou um grupo, com o objetivo de causar medo, raiva ou vergonha nas vítimas1.

O cyberbullying é um problema grave que afeta principalmente crianças e adolescentes, mas também pode atingir jovens e adultos. Segundo uma pesquisa realizada pelo UNICEF em 2019, 36% dos jovens entre 13 e 24 anos em 30 países relataram ter sofrido cyberbullying2. No Brasil, uma pesquisa do Instituto Ipsos em 2018 apontou que 29% dos pais entrevistados afirmaram que seus filhos já foram vítimas de cyberbullying3.

As consequências do cyberbullying podem ser devastadoras para a saúde física e mental das vítimas, que podem desenvolver baixa autoestima, depressão, ansiedade, isolamento social, automutilação e até pensamentos suicidas. Além disso, o cyberbullying pode prejudicar o desempenho escolar, a convivência familiar e a formação da identidade dos jovens.

Como prevenir e combater o cyberbullying?

O cyberbullying é um crime previsto no Código Penal Brasileiro e na Lei nº 13.185/2015, que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying). Portanto, quem pratica ou testemunha o cyberbullying deve denunciar às autoridades competentes, como a polícia, o Ministério Público ou o Conselho Tutelar.

Aluno: Gabriel José Farias Santos 

segunda-feira, 5 de junho de 2023

Cyberbullying: o que é, causas, consequências e como lidar.


 

Difamação, entenda!

 A difamação é um tipo de crime contra honra, a qual consiste em imputar a alguém um fato ofensivo à sua reputação, que não seja necessariamente um crime, mas que possa causar prejuízo à sua imagem ou bom nome. Diferentemente da calúnia, a difamação se refere a fatos que podem ser verdadeiros ou falsos. 

Aqui fizemos um vídeo para exemplificar como pode ocorrer a difamação e de que forma ela pode afetar na vida de um cidadão, além de sua pena : 


Equipe: Anna Beatriz Sereni | Gustavo Pires
(Lucas | Ilustrações)

Calúnia/Relato de um Vítima!

Proposta de produção audiovisual proposta pelo pofessor Ângelo Góes de cunho acadêmico e tem por objetivo conscientizar as pessoas acerca dos perigos dos crimes cibernéticos; para o itinerário de cultura digital.

Encenação acerca do tema cyberbullying

  


Crime da Injúria

 

Como lidar com o cyberbullyng


 O vídeo tem como intuito de explicar o que é, e mostrar maneiras de combater o cyberbullyng 

Alunas:Maria Eduarda Ferreira,Ayla,Maria luiza Sena

Difamação e Injúria no mundo digital

 

Apresentação acerca da Difamação e Injúria no mundo digital


Equipe: Manuela Sereni - Lucas Soares - Lívia Souza

terça-feira, 30 de maio de 2023

Golpe na Internet, Encenação de uma Compra Online . 





- Vídeo demonstrativo sobre uma situação fictícia de um anúncio falso na internet . 


   

Participantes 

 _ Rafael Lobato ( Atuação, Direção, Edição )

 _ Victor Hugo ( Atuação, Filmagem )

 _ Joaquim Vitor ( Narração )

 _ Eduardo Vilhena ( Atuação )

 _ Fernando Dias ( Atuação, Filmagem )


segunda-feira, 29 de maio de 2023

 


                                  APRESENTAÇÃO DE INJURIA 

                                        Atividade de cultura digital 

                                       https://youtu.be/K2RZld159fg

 

PARTICIPANTES:

•Aurea Cardoso da Silva (produção do vídeo 📷)

•Blanda (áudio 🔊)

•Maria E  Ducarmo(áudio 🔊)

Clonagem de Whatsapp




Alunas: Lara da Luz; Maria Luiza Margalho 

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Os Eixos Temáticos da Redação ENEM: Questões Sociais

Questão social é o conjunto das expressões que definem as desigualdades da sociedade.  A questão social surgiu no século XIX, na Europa, com o objetivo de exigir a formulação de políticas sociais em benefício da classe operária, que estavam em pobreza crescente devido o processo de urbanização e industrialização, dando origem empobrecimento da classe, e acabou por conscientizá-los das condições em que trabalhavam, onde a questão social acabou atingindo contornos problemáticos, em especial para a sociedade burguesa, que recorreu à implementação de políticas sociais

A atual questão social refere-se à ampliação do trabalho na sociedade capitalista começando pela degradação do trabalho, a perda e o desaparecimento de muitas categorias e postos de trabalho, e isso ocorre quando o estado passa a se retirar do campo social com cortes, privatizações e etc.
Pode- se dizer, então, que uma questão social é fruto de debates que tem como objetivo a melhoria de problemas que atingem direta ou indiretamente o corpo social. Dessa maneira, o eixo temático das redações do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM se refere aos desafios e empecilhos vividos pela sociedade em busca de harmonia, abrangendo todos dos seus setores.

Assim, separam-se alguns assuntos correspondentes a tal eixo:

I.                  Desigualdade Social

II.                 Desemprego

III.                Fome e Pobreza

IV.                Preconceito e Injustiça

V.                 Degradação Ambiental

VI.               Religião

VII.              Violência

 

I.                   Desigualdade Social

É um fenômeno em que alguns indivíduos ou grupos possuem mais privilégios, poder e riqueza do que outros, criando uma disparidade na qualidade de vida e nas oportunidades de desenvolvimento.

A diferença e separação da sociedade levando em consideração a renda econômica do indivíduo, já ocorre há tempos, no Brasil e fora dele, como percebe-se nos sistemas feudais anterior à idade média, onde os vassalos (“inferiores” economicamente) produziam e trabalhavam nas terras dos suseranos (“superiores” economicamente) para poder habitar ali. Foi um sistema que predominou fora do Brasil, entretanto, dividia a sociedade em classes sociais de acordo com seu poderio econômico. Estruturando, assim, de forma desigual a sociedade, o que causa diversos impactos que reverberam até os dias atuais.
Um exemplo de tema de redação relacionado a desigualdade social, foi o tema da edição do Enem de 2019: “A democratização do acesso ao cinema no Brasil.”.

 

II.                  Desemprego

De acordo com o IBGE, o desemprego se refere às pessoas com idade para trabalhar (acima de 14 anos) que não estão trabalhando, mas tentam encontrar trabalho, que pode acontecer por redução de postos de trabalho, crise econômica e falta de qualificação profissional. O desemprego gera inúmeros problemas, geralmente de ordem social e econômica, e até mesmo psicológica, pois afeta a qualidade de vida da pessoa, o modo de vida e o bem-estar.

E pode parecer que o tema não seja recorrente, mas na realidade brasileira, houveram muitas demissões no período pandêmico, seja por impasses com o chefe e o trabalho ou o esgotamento mental atrelado ao burn out e a ansiedade, que afetaram diretamente a economia brasileira, e também o percentual de moradores de rua, ou de moradias temporárias. E atualmente, as empresas procuram por indivíduos que conseguiram a graduação, e muitos que procuram emprego, não possuem mal o ensino médio. Logo, a economia e situação social brasileira encontra-se em um impasse, e é provável que se tal problema se perpetuar.

 

III.                Fome e Pobreza

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) define pobre, a pessoa que não tem condições financeiras de garantir, pelo menos, uma refeição de 1750 calorias por dia. Nesse sentido, fica explícita a relação entre a pobreza e a fome, já que, sem boas condições financeiras, o acesso a alimentação de qualidade se torna escasso e complicado. Nota-se, portanto, que esse é um problema de debate imprescindível e, graças a isso, tem alto índice de aparecer na prova do vestibular. Logo, é de suma importância conhecer as causas desse empecilho.

Um dos pontos relevantes é o histórico escravocrata do Brasil e o legado preconceituoso que esse regime deixou na estrutura social do país, bem como seu fim sem amparo para os ex-escravos conseguirem se manter. Além disso, tem-se como mais um motivo o êxodo rural, que causa uma superpopulação nas cidades, onde não vai haver emprego para todos e o mercado de trabalho é bem mais competitivo.

 

IV.               Preconceito

O preconceito é sinônimo de discriminação, de julgar o outro com base em sua cor, raça, etnia, idade, país de origem, gênero e sexualidade. Também pode ser definido como intolerância, sem razão plausível, pela diferença. Atualmente, é considerado crime segundo a Constituição Legislativa Brasileira, mais precisamente na Lei nº 7716:

“Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.”

Entretanto, embora seja um ato criminoso, ainda se faz recorrente no cotidiano, principalmente como racismo, que é o preconceito contra cor ou raça diferente, comumente sofrido por negros. Com isso, torna-se uma questão social, à proporção que atinge diretamente uma parcela da sociedade, lhe privando de exercer seus direitos e cidadania. Assim, é um assunto importante para o Enem. Inclusive foi o tema de 2016: “caminhos para combater o racismo no Brasil.”

 

V.                 Degradação Ambiental

Degradação ambiental é uma área que se encontra com vegetação destruída ou removida, em consequência, a fauna é expulsa do seu habitat. Também ocorre quando a camada do solo fértil é perdida, removida ou coberta, afetando a vazão e qualidade ambiental das superfícies, subterrâneas ou aquáticas. Ou seja, alterando as características físicas, químicas e biológicas da área, afetando seu potencial socioeconômico e ecossistema.

A degradação ambiental afeta a sociedade em diversos aspectos, tais como:

1.       Saúde: A poluição da água e solo pode causar doenças prejudiciais à saúde de animais, humanos e outros seres vivos.  

2.       Economia: Enchentes, secas ou incêndios podem afetar a economia de um lugar, devido à perda de produção agrícola, danos à infraestrutura e aumento dos custos de saúde. 

3.       Segurança alimentar: A qualidade e quantidade de alimentos produzidos podem ser escassos, o que pode levar à insegurança alimentar e fome, gerando a pobreza.  

4.       Deslocamento forçado: Alterações climáticas, desmatamento e outros desafios ambientais podem levar a deslocamentos forçados de pessoas ou animais, resultando em conflito, possíveis extinções de espécies e a instabilidade social. 

5.       Qualidade de vida: A degradação ambiental pode afetar a qualidade de vida das pessoas, interrompendo a vida diária, atrasando as escolas e impedindo o acesso à água potável e outros recursos básicos.

Portanto, a degradação ambiental pode ter um impacto significativo em todos os aspectos da vida e sociedade, não somente imediato, mas também a longo prazo, o que pode ser cobrado e debatido no vestibular.

 

VI.               Religião

A religião é um conjunto de crenças, valores, rituais, práticas e tradições que uma pessoa ou grupo segue para se conectar com uma força superior ou divina. Geralmente, a religião envolve a fé em um Deus, Deuses ou uma figura espiritual, a busca por significado, propósito e sentido da vida. As religiões podem variar amplamente em seus ensinamentos, tradições e práticas, mas todas buscam oferecer respostas para questões fundamentais da existência humana.

Essa influência na sociedade serve como um modulador social, pessoas tem seu modo de agir, pensar moldados aos valores de sua cultura. Essa influência e imposição que a religião exerce pode impactar de maneira diferente cada indivíduo, no qual pessoas que pensam diferente da maioria podem sofrer exclusão do meio social, e quando uma linha de pensamento entra em conflito com seus valores podem chegar a casos mais extremos, como ataques terroristas. Ou seja, há religiões que são fortes o suficiente para cometer atos criminosos, se não tiver o mundo inteiro convertido em sua fé, como o Islamismo, e há religiões que possuem um passado de discriminação e que o preconceito reverbera até a atualidade, como as religiões de matrizes africanas.

 

VII.              Violência

A violência é todo ato intencional auto infligido ou cometido contra terceiros que provoca danos físicos e psicológicos a um indivíduo, podendo levar também à morte.

A violência pode ser descrita como sendo um fenômeno social por afetar o indivíduo de forma individual ou coletiva. Um dos nossos principais exemplos de violência explícita são as Guerras Mundiais, a primeira, ocorrida de 1914 a 1918, e a segunda, de 1939 a 1945. Tais episódios deixaram inúmeras marcas em nossa sociedade, comprovando como a cultura de violência, seja direta ou indiretamente, tinge o meio social.
Sendo esse um tema muito recorrente, os participantes desse trabalho buscam deixar claro como desenvolver um texto dissertativo argumentativo baseado em tal tópico do eixo Questões Sociais, com tema: O crescente cenário dos ataques violentos nas instituições educacionais, segue-se o exemplo a seguir:

Em Santa Catarina, na cidade de Blumenau, um homem invadiu uma instituição de ensino portando uma arma branca e executa quatro crianças. Analogamente, tal fato evidencia o crescente cenário de ataques violentos em instituições educacionais no Brasil, devido ao fácil acesso à ideologias extremistas online, o que, consequentemente, torna a sociedade mais violenta. Logo, é essencial intervir nessa problemática.

Sob essa ótica, ressalta- se que a disponibilidade de ideias radicais no meio virtual é um dos motivos para o aumento dos atentados violentos. Segundo o célebre filósofo Jean- Jacques Rousseau, “o ser humano é produto do meio em que ele está inserido”. Nesse contexto, é notório que o posicionamento do filósofo reverbera na atualidade, visto que o meio social e as ideais com os quais os indivíduos convivem, principalmente os mais jovens, interferem em seus próprios pensamentos e ações, o que se faz explícito nos fóruns de bate- papo online, que não possuem restrição de conteúdo eficaz e permitem a aproximação com ideologias extremistas, como no site 4chan, por exemplo. Dessa forma, o indivíduo é influenciado por tais ideias e, como dito por Rousseau, age de acordo, levando à violência em espaços educativos.
Por conseguinte, aponta- se um corpo social mais agressivo como consequência dos ataques violentos em instituições de ensino. De acordo com o monge budista Dalai Lama, “a violência não é um sinal de força, a violência é um sinal de desespero e fraqueza”. Nessa perspectiva, observa- se como o pensamento do monge reverbera na sociedade atual, em virtude da tendência que pais e alunos tem de investir mais violentamente em resposta à atentados, em razão do medo e desespero que sentem por estarem mais vulneráveis, como visto com a presença de policiais nas escolas do Piauí para proteção dos alunos após uma ameaça, por exemplo. Desse modo, é perceptível que a frase de Dalai Lama é compatível com a realidade brasileira, visto que a violência dos pais é motivada pelo medo.
Portanto, é imprescindível combater o aumento de atentados violentos nos espaços de ensino. Urge, pois, que o Ministério das Comunicações, Tecnologias e Inovação- como responsável por garantir a segurança virtual do país- fiscalize os conteúdos propagados por sites de bate- papo online, por meio de uma análise do cumprimento das diretrizes de segurança, a fim de dificultar o acesso à conteúdos inadequados e combater os ataques violentos. Assim, situações como a de Blumenau não seriam tão recorrentes e o corpo social não sofreria de medo constante, não precisando ser agressivo em resposta.

  • Referências bibliográficas.

Desigualdade social – querobolsa.com.br
Preconceito – cesmac.edu.br
Desemprego – revista “Veja”
Fome e pobreza – stoodi.com.br
Degradação ambiental – querobolsa.com.br e gnrambiental.com.br
Violência – revista “Quero online”

quinta-feira, 13 de abril de 2023

Estupro virtual: Jovem é preso por extorquir 400 vítimas com supostos nudes

Um técnico de informática de 27 anos foi preso pela Polícia Civil do Ceará após usar aparelhos de celulares de clientes para criar contas falsas e tentar extorquir mulheres alegando ter fotos íntimas delas. As informações foram detalhadas pela polícia na tarde de hoje em uma coletiva de imprensa.

A estimativa é de que cerca de 400 mulheres tenham sido chantageadas por Matheus Fernandes Alves, preso na última sexta-feira (8). Uma das vítimas fazia transferências mensais de R$ 200 para o suspeito há mais de um ano.
De acordo com o delegado geral adjunto da PC-CE, Márcio Gutiérrez, a polícia começou a investigar o caso em 2020, quando uma mulher na cidade de Quixadá, no interior do estado, abriu um Boletim de Ocorrência informando que um desconhecido a abordou no Instagram falando que tinha fotos íntimas dela.

"Ele disse que se ela não pagasse, ele ia divulgar essa foto e marcar o nome dela em todas as redes sociais", afirmou o delegado responsável pela investigação, Marcos Renato, em coletiva de imprensa. Segundo ele, o suspeito dizia que tinha "hackeado" a conta das vítimas a pedido de terceiros e tentava persuadi-las a mandar fotos íntimas para poder continuar as extorsões.

"Ele dizia que poderia deixar para lá se ela se despisse para ele para poder saciar o desejo sexual dele. Só que na verdade, o que se verificou posteriormente foi que, assim que ele conseguisse esse vídeo, ele começava a chantagear", afirmou. No caso de Quixadá, a mulher não cedeu à abordagem do homem e procurou a polícia.

As investigações chegaram até o suspeito depois de diligências que envolveram buscas em grupos de WhatsApp e análises de IPs dos aparelhos que abordavam as vítimas. Além de usar os números de telefone dos próprios parentes para aplicar os golpes, ele tinha um programa de computador para disparar mensagens em massa para as mulheres. Vítimas foram encontradas em pelo menos três cidades do Ceará: Quixadá, Pacatuba e Fortaleza.

A polícia acredita que mais vítimas, inclusive de outras cidades, possam aparecer após a prisão dele.

Segundo a polícia, quando foi preso, o suspeito negou o caso e disse que "preferia morrer do que passar as senhas dele", só colaborando após perceber que "não havia saída" para a prisão.

Ele teria premeditado os golpes desde 2014, quando fez um boletim de ocorrência afirmando que uma conta com o nome dele fora criada para pedir fotos nuas de mulheres nas redes sociais.

Entre os crimes pelos quais o homem pode responder estão extorsão, uso de identidade falsa, estupro virtual e uma possível lavagem de dinheiro.

quarta-feira, 12 de abril de 2023

 

Trader de criptomoedas Wintermute perde US$ 160 milhões em ataque hacker

roubo teve como alvo as operações financeiras descentralizadas da Wintermute, disse o CEO da empresa


Hackers roubaram ativos digitais no valor de cerca de US$ 160 milhões da empresa de negociação de criptomoedas Wintermute, afirmou o presidente-executivo, Evgeny Gaevoy, nesta terça-feira (20) no Twitter.

Esse foi o assalto mais recente a atingir o setor cripto, atormentado pelos crimes virtuais.

O roubo teve como alvo as operações financeiras descentralizadas da Wintermute, disse Gaevoy.

A empresa, que fornece liquidez nas principais exchanges de criptomoedas e plataformas de negociação, permanece solvente após o ataque, acrescentou.

Gaevoy e Wintermute não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

A Wintermute se autodenomina “um dos maiores players” nos mercados globais de criptomoedas.

A empresa diz que administra “centenas de milhões” em ativos e negocia mais de US$ 5 bilhões por dia.

Gaevoy disse no Twitter que “haverá uma interrupção em nossos serviços hoje e potencialmente nos próximos dias”, acrescentando que cerca de 90 ativos foram hackeados.

“Se você é um cliente da Wintermute, novamente, somos solventes, mas se você se sentir mais seguro para cancelar o empréstimo, podemos fazer isso”, disse Gaevoy.


https://www.cnnbrasil.com.br/economia/trader-de-criptomoedas-wintermute-perde-us-160-milhoes-em-ataque-hacker/

Por: João Pedro Souza De Oliveira

terça-feira, 11 de abril de 2023

Nova diretoria da PF planeja criar ferramentas para combater fraudes e crimes sexuais na internet

Diretoria de Repressão aos Crimes Cibernéticos, que antes era uma divisão da PF, foi criada para ampliar combate delitos nas redes.

A Polícia Federal se mostra convencida de que investir em tecnologia e novas ferramentas de investigação dará resultados no combate aos crimes cibernéticos, que estão cada vez mais engenhosos.

Em entrevista à CNN, o diretor de Repressão aos Crimes Cibernéticos da PF, delegado Otávio Margonari Russo, e a coordenadora-geral de combate ao crime cibernético, Cassiana Saad de Carvalho, explicaram que existem projetos em andamento para criar novas tecnologias no combate a crimes sexuais infantis e fraudes bancárias.

A diretoria foi criada este ano, na nova gestão da PF. Antes, era uma divisão e não tinha toda a estrutura e aporte de agora. “Isso é um recado de que essa gestão tem como prioridade, de fato, o combate a esse tipo de crime”, diz Russo.

São três coordenações dentro da diretoria: crimes de altas tecnologias, como ataques a órgãos públicos; fraudes bancárias; e, terceira, os crimes sexuais contra crianças e adolescentes na internet.

E há ainda uma divisão, uma espécie de delegacia, que atualmente tem sete investigações específicas em andamento.

Crimes sexuais online

Em relação a crimes sexuais online contra crianças e adolescentes, uma ferramenta tecnológica – com nome mantido sob sigilo – deve ser ampliada, segundo os investigadores.

“A gente já faz e quer muito desenvolver ferramentas de investigação. A gente tem uma ferramenta muito importante no combate à pornografia infantil, extremamente moderna, que vários países querem que a gente exporte para eles. Ela é tão boa que tem muita gente interessada”, explica o diretor.

A ferramenta foi desenvolvida dentro da PF, por profissionais próprios, a partir de 2018. Agora, o objetivo é ampliar a ferramenta. “Não só aprimorar as que a gente tem, mas criar outras”, reforça Russo.

A delegada Cassiana Saad Carvalho explica como funciona: “Desde o lançamento, a ferramenta vem auxiliando no resultado operacional. É um canhão para trabalhar. Ela tem uma base de dados muito diferenciada. Com base no que ela é alimentada, você vai entrar na casa do investigado, alvo de busca e apreensão, sabendo quem é o suspeito. Isso faz toda a diferença”.

“Antes, a gente chegava no endereço que moravam várias pessoas. Era difícil pedir uma prisão preventiva, porque não sabe se era o filho, a filha, o pai, mãe ou avô o alvo. Agora, a ferramenta traz a informação com mais dados, de um jeito que chega na pessoa. Isso demonstra que aqui a gente desenvolve tecnologias de nível mundial”, comentou o diretor à CNN.

Outro projeto, o Tentáculos, é exclusivo da Polícia Federal, segundo os delegados. É uma base alimentada por várias notícias de crime eletrônicas, de vários bancos, com vários elementos cibernéticos. Ela segue a mesma filosofia, com cruzamento de dados e foco no que interessa aos policiais.

Segundo eles, o modelo é um sucesso e até já ajudou a encontrar fraudes no auxílio emergencial, disponibilizado pelo governo a brasileiros durante a pandemia.

“Durante o repasse do auxílio, na pandemia, a gente teve que criar emergencialmente uma estratégia, e deu muito fruto”, relembra a delegada Cassiana.

Cooperação internacional

“É uma diretoria com vocação internacional muito forte. Pela natureza dos crimes, que são em sua maioria transnacionais, a Deciber vai não só trabalhar com os estados do Brasil, mas também ver crimes que começam ou terminam no exterior. Vai ter muita cooperação internacional”, afirma o diretor Russo.

Outra cooperação é a nacional. Pela primeira vez, cada uma das 27 superintendências da PF no Brasil tem uma delegacia especializada em crimes cibernéticos, que trabalhará em conjunto com a diretoria, em Brasília.

“Essa cooperação é uma das prioridades. Vamos criar uma estratégia única de combate”, adiantou o delegado.

A delegada Cassiana Saad destaca a defesa dos países, a segurança nacional, como ponto importante. “O crime cibernético hoje, no mundo, tem muita relação com a defesa dos países. Você tem hoje vários ataques nacionais. Um pano de fundo também relacionado à defesa. Então o combate ao crime cibernético no mundo é uma prioridade, já há alguns anos.”

“Depois da pandemia ainda, nem se fale. Todos os ataques tomaram proporções inimagináveis. Então um país que coloca esse combate como prioridade quer ser visto como um país sério pelos parceiros internacionais”, declara a delegada Cassiana.

Desde 2015 trabalhando na área, a investigadora mostra emoção ao falar do trabalho.

“Essa área, do combate ao abuso sexual infantil, quem trabalha com isso, tem a emoção de entrar num lugar e resgatar uma criança, prender um atacante sexual de uma criança. É muito difícil uma pessoa voltar a ser o que ela era antes"

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Pedofilia virtual: especialista alerta sobre abuso sexual na internet.

  Cerca de 320 crianças e adolescentes são abusados sexualmente por dia no Brasil. Este número representa cerca de 70% de todos os casos que envolvem abuso sexual no país. Os dados foram divulgados pela Organização dos Advogados do Brasil (OAB), do Rio Grande do Sul.




    Neste contexto, uma ferramenta capaz de facilitar esse abuso é a internet. Segundo a Nações Unidas, 85% do público infanto-juvenil brasileiro já são usuários da internet.

   “Neste meio, existem várias redes sociais que os pedófilos usam para atrair as crianças e adolescentes. Isso porque, apesar de existir uma idade mínima para criar perfis em determinadas plataformas, há como criar contas mentindo a idade, por exemplo. Além disso, os próprios criminosos podem criam contas fakes e se passam por crianças, o que facilita o primeiro contato”, explica a psicóloga, educadora parental e especialista em parentalidade positiva Fernanda Teles.

  Outro fator capaz de provocar a ocorrência de casos de pedofilia virtual, segundo a psicóloga, é a facilidade desse contato por meio de redes sociais e jogos. A internet é um mundo totalmente desconhecido, no qual tudo pode acontecer. Justamente por isso, o pedófilo age de forma natural por não estar sujeito a uma exposição.

  "Dessa forma, ali, ele pode criar uma identidade e não se mostrar, o que torna fácil e cômodo para o abusador tentar, por inúmeras vezes e com diversas pessoas diferentes, o primeiro contato. Posteriormente, então, ele passa a criar uma relação de abuso.”

   O estado emocional da criança e do adolescente, por inúmeros motivos, pode vir a torná-lo um alvo em potencial para os abusadores. Isso se justifica, de acordo com Fernanda, pela necessidade, em alguns casos, de aceitação e ajuda, o que os pedófilos, visando o abuso sexual, oferecerão de antemão a possível vítima.

 “Uma criança e/ou adolescente com uma autoestima desequilibrada ou com dificuldades afetivas familiares ao encontrar alguém que teoricamente o ajudaria tende a se tornar uma presa fácil, pois no mundo virtual não existe contato olho no olho e nem medo de conversar com o estranho. No meio on-line tudo flui muito rápido e, por isso, estes ambientes se tornam propícios para esse tipo de ação”, comenta a especialista.

  "Manter uma boa relação é fundamental para propiciar um local seguro de conversa e desabafo para os filhos, e este é o meio mais eficaz de prevenir a pedofilia, doenças psíquicas e demais acontecimentos indesejáveis"
Fernanda Teles, psicóloga, educadora parental e especialista em parentalidade positiva.

  Este mesmo cenário se torna ainda mais preocupante em meio ao isolamento social, visto que com a necessidade de passar mais tempo em casa, e com o próprio home office dos pais, o tempo de conexão das crianças e adolescentes se elevaram, o que, para Fernanda, resulta em “terra fértil” para a ação de abusadores.

  Os dados divulgados pela ONG Safernet Brasil representam bem este pensamento. De acordo com os índices, somente no primeiro mês de distanciamento os casos de pedofilia virtual subiram 190%. Ainda, segundo a entidade, o acesso de páginas de pornografia infantil subiu 69%.

Atenção e prevenção

  A fim de prevenir o contato via internet com abusadores e evitar a ocorrência de casos de pedofilia virtual, a educadora parental pontua ser importante manter um diálogo saudável e contínuo com crianças e adolescentes, a fim de estabelecer uma relação de confiança entre pais e filhos. Para Fernanda, o monitoramento de redes e aparelhos eletrônicos não é a medida mais eficaz.

 “Existem muitos aplicativos para controlar tempo de uso de celular e para verificar o que o filho tem ou não assistido. Mas o que eu recomendo é manter uma boa relação com a criança e/ou adolescente, com muito companheirismo. O mais importante é isso, construir e manter uma um lar com relações de confiança, porque se os pais punem, gritam, xingam e castigam, eles acabam empurrando os filhos para viver situações parecidas, pois os abusadores reconhecem essas fragilidades para usar como ‘arma’."

  Então, segundo a especialista, manter uma boa relação é fundamental para propiciar um local seguro de conversa e desabafo para os filhos, e este é o meio mais eficaz de prevenir a pedofilia, doenças psíquicas e demais acontecimentos indesejáveis.

  Além disso, para Fernanda, é de suma importância que os pais conheçam seus filhos e se atentem aos sinais apresentados por eles. Isso porque, além de prevenir, é preciso combater casos que podem, por ventura, estar acontecendo.

 “É preciso ficar alerta com as mudanças de comportamento, como medos repentinos, ansiedade, agressividade e culpa, pois esses podem ser sinais de que algo está acontecendo, seja relacionado à pedofilia ou demais abusos. Por isso, é importante que os pais se atentem a isso e abram um espaço ainda maior para o diálogo.”

Crime

  De acordo com a Lei nº 11.829, de 25 de 2008, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), várias atividades relacionadas à produção, difusão e consumo de pornografia infantil são crimes com penas de reclusão entre um e oito anos, além de multa.

  Deste modo, produzir, participar e agenciar a produção de pornografia infantil; vender, expor à venda, trocar, disponibilizar ou transmitir pornografia infantil; adquirir, possuir ou armazenar, em qualquer meio, a pornografia infantil e simular a participação de crianças e adolescentes em produções pornográficas, por meio de montagens são práticas consideradas criminosas.

  Além disso, a atividade de aliciar crianças, pela internet ou qualquer outro meio, com o objetivo de praticar atos sexuais ou para fazê-las se exibirem de forma pornográfica, também é crime com pena de reclusão de um a três anos, e multa. Ainda, de acordo com ECA, o acesso frequente a tais imagens, assim como a filiação a sites de pedofilia, estarão sujeitos à investigação criminal.
  
Fonte:https://www.em.com.br/app/noticia/bemviver/2020/09/03/interna_bem_viver,1182279/pedofilia-virtual-especialista-alerta-sobre-abuso-sexual-na-internet.shtml.
  
Aluna: Ayla Magelly Farias de Araújo

quinta-feira, 6 de abril de 2023

CATFISH - Os perigos de se confiar em pessoas online

Autoria: Ana Victoria 

Atualmente na era da Internet, se tornou comum para as pessoas - especialmente os jovens - conversar pelas redes sociais.
Muitas vezes conhecendo pessoas novas e fazendo amizades onlines.
 
Porém, uma das práticas mais comuns online é o chamado Catfish. Criar perfis falsos online, muitos no intuito de viver em uma fantasia em que fingem ser outras pessoas, mas também extremamente utilizados por criminosos para caçar vítimas.
 
Nos anos 2000, quando a Internet ainda era algo novo, houve o que seria considerado o primeiro caso de uma vítima de sequestro atraída por um predador online.
 
 
Alicia Kozakiewicz, era uma garota de 13 anos que usava o computador da família para conversar com quem acreditava ser um garoto da sua idade. Que na realidade era Scott Tyree, um homem de 38 anos que entrava em contato com a garota a noite, quando seus pais estavam dormindo.
  

No Ano-novo de 2002, o homem convenceu a garota a se encontrar com ele na Pensilvânia, o estado em que ela morava. Ao chegar lá, ele a trancou em seu carro e dirigiu de volta para sua casa em Virgínia.
 
Por 4 dias, Alicia Kozak foi mantida em cativeiro, presa em correntes, onde era torturada fisicamente e sexualmente pelo seu agressor, que gravava todo ato e expunha ao vivo em sites de vídeos online para que outros pudessem ver.
Por não tapar o rosto da vítima nos vídeos, um dos telespectadores a reconheceu das notícias de pessoas desaparecidas e contactou o FBI de forma anônima por medo de ser preso.
 
O FBI então, com a ajuda do delator anônimo, conseguiu rastrear o IP de Scott Tyree que dava para o endereço de sua casa.
 
Em 4 de janeiro de 2002, os policiais entraram na casa do agressor e conseguiram libertar a vítima. Quase uma hora depois, Scott Tyree foi preso em seu trabalho.
Atualmente em entrevistas, Alicia Kozak conta que naquela época muitos não conseguiam entender como alguém poderia ser enganado daquela forma na Internet, um pensamento que acaba culpabilizando a vítima.
 
Alicia hoje em dia, apesar de seus traumas, tem uma grande presença nas redes sociais sendo uma palestrante motivacional e criadora do Alicia project, que visa aumentar a conscientização sobre predadores online, sequestro e exploração sexual infantil.
 
Em suas páginas das redes sociais, Alicia compartilha dicas de segurança na Internet.
 
Algumas dicas importantes que podem ser encontradas em seu site são:
● Usar Vpns que impesam o rastreamento dos dispositivos.
● Não postar informações pessoas como seu endereço e número de telefone online.
● Não clicar em links duvidosos ou enviados por perfis desconhecidos em redes sociais.
● Manter suas redes sociais privadas.
● Não usar senhas simples ou repetidas vezes em diferentes contas.

terça-feira, 4 de abril de 2023

Apple é processada por facilitar perseguições

   MULHERES PROCESSAM APPLE APÓS TEREM SIDO PERSEGUIDAS COM AIRTAG


A Apple está sendo processada por duas mulheres americanas que dizem que dispositivos AirTag — usado para geolocalização  — facilitam o rastreamento e ação de perseguidores contra vítimas.

O produto, criado originalmente pela Apple para rastrear objetos pessoais, como mochilas, chaves, carteiras e até carros, pode estar sendo usado para rastrear pessoas sem consentimento prévio — o chamado stalking (perseguição).

Segundo a ação coletiva apresentada na segunda-feira (5) no Tribunal Federal de São Francisco, o ex-namorado de uma das vítimas prendeu um AirTag à cavidade da roda de um pneu de seu carro. O dispositivo foi supostamente pintado e amarrado em um saco plástico para disfarçá-lo.

Outra mulher alegou que seu ex-marido rastreou seus movimentos colocando um AirTag na mochila de seu filho. Embora ela tenha tentado desativá-lo, outro apareceu em seu lugar.

O rastreamento levou até mesmo a um assassinato, segundo processo judicial. Uma mulher foi baleada pelo ex-namorado após ser perseguida por meio do dispositivo no estado de Ohio; outro homem foi perseguido e atropelado pela ex-namorada em Indiana após esconder um AirTag em seu carro.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/mulheres-processam-apple-apos-terem-sido-perseguidas-por-ex-namorados-com-airtag/

Aluna: Blanda Lima Pinheiro

AYESHA EROTICA — O Perigo do Doxing e a Ruína Instantânea da Carreira de uma Popstar


Em 2015 à 2016, muitos artistas alternativos como Lana Del Rey, Grimes e Charli XCX lançavam seus respectivos projetos: Honeymoon, Art Angels e Vroom Vroom, que apesar de terem feito êxito e possuírem natureza sonora diferente de muitos outros trabalhos que estavam sendo expostos na época, ainda eram simples e tais artistas já haviam explorado o gênero alternativo anteriormente, ou seja, eram trabalhos comuns para a época, até surgir o álbum Big Juicy, lançado pela artista Ayesha Erotica com os hits Big Juicy e Emo Boy viralizados até a presente data do post, sendo esse projeto um dos mais influentes na comunidade alternativa da época, pelos instrumentais e conceito bastante alternativo para o que vinha sendo produzido naquele ano, principalmente pelo seu teor altamente erótico, com sarcasmo e um certo grau de humor negro em todas as suas produções, sendo seu álbum de 2016, Big Juicy, um marco na sua vida profissional que acabara de começar, e nem por ter sido um sucesso, Ayesha parou de produzir conteúdo e descansar, num período de três anos, ela já havia trabalhado em 10 álbuns.

Foi um período de sua carreira em que foi chamada de pioneira junto com artistas como SOPHIE, A. G. Cook, Ke$ha e Britney Spears, por alavancar um novo gênero que vem popularmente sendo chamado de Hyperpop.
Este gênero que é bastante flexível e indefinido até a contemporaneidade, ele pode ser definido como um tipo de música que leva os elementos da música pop atual ao seu extremo, com batidas gigantes, refrões ainda mais pegajosos e conceitos como a sexualidade, amor ou medo levados ao máximo no liricismo e nas composições, porém ao todo, seu aspecto geral e imutável é ser acessível para artistas LGBTQIA+, o gênero busca dar visibilidade a artistas que não são muito bem vindos na indústria musical e a comunidade que possui interesse por esse gênero sempre recebe bem os projetos mais experimentais e multi-facetados conceitualmente dos artistas emergentes do hyperpop.
Toda relevância e sucesso que a artista conseguiu regrediu em 2018, quando a artista sofreu severa exposição de um perfil anônimo da internet que se auto denominava de "Void", que vazou diversas informações pessoais e sensíveis da artista, bem como seu endereço, celular, nome morto, número de identidade, etc. Esse tipo de exposição/perseguição online é chamada de doxing, que segundo o Wikipédia, consiste na prática virtual de pesquisar e de transmitir dados privados sobre um indivíduo ou organização. Os métodos empregados para adquirir essas informações incluem a procura de bancos de dados disponíveis publicamente e mídias sociais, hacking, e é considerado pela Constituição Federativa Brasileira como um crime de acordo com o artigo 153 do Código Penal, e bem como em outros países, assim como o da artista.
Com seus dados vazados, a artista se envolveu em mais um escândalo de doxing, mas que desta vez Ayesha seria a culpada, que foi o caso do artista novo no cenário hyperpop Quin Fatale, esse que tinha suas composições e produções feita pela Ayesha, todavia, a relação entre os dois era bastante instável, e Ayesha o acusou de tê-la doxado, e como resposta, vazou as informações do artista e de toda sua família, injustamente acusado, Quin possuía em mãos todas as demos e letras em que Ayesha estava trabalhando na época, vazou também que a artista era trans, com diversas fotos de Ayesha antes de fazer transição e expôs seu nome morto (nome a qual um indivíduo trans foi designado ao seu nascimento), o que deixou a artista em uma condição de crise e instabilidade emocional. Uma nota foi postada pela artista se retratado pelos seus atos e que iria voltar ao anonimato, pois sua vida e privacidade tinha sido colocada em risco, e para re-obter sua liberdade teria que abandonar a música e sua carreira.
Apesar das controversas e obviamente seus erros, seu estilo e identidade visual foram únicos o suficiente para gerar um grande impacto na moda e na música,  com sua marca estética registrada remeter aos anos 2000, e com sucessos como "Holy Bible Vacation" sendo um dos áudios mais viralizados na rede social TikTok até esse momento.
Ayesha possuía um extenso repertório musical que influenciava outras pessoas a construírem o mesmo som alternativo, sendo artistas como Slayyyter, Gupi, Caroline Polachek, Hannah Diamond, Brooke Candy e Dorian Electra que até hoje se inspiram nos trabalhos de Ayesha Erotica, e que servirão até os anos que vierem como uma rica fonte de inspiração na música pop experimental, e que abre portas a discussões de como a internet é perigosa e precisa ser mais eficiente no que diz respeito a segurança dos dados individuais privados na internet

Nota: todo o texto foi construído por mim, aluno Lucas Soares, devido haver muita falta de informações acerca do doxing da artista do texto.

— Lucas Soares

  GUERRA DE ISRAEL X HAMAS