segunda-feira, 3 de abril de 2023




Professor e vigilante são presos por armazenar material de exploração sexual infantil, diz polícia

Agentes da Polícia Civil apreenderam computadores nas casas dos suspeitos para uma perícia mais detalhada. Em alguns celulares, havia centenas de imagens de pornografia infantil.


Dois homens foram presos, nesta quarta-feira (29), pelo crime de armazenamento de cenas de exploração sexual infantil. Os suspeitos de 38 e 39 anos foram presos, respectivamente, em Anápolis e em Goiânia. Um deles é professor, de crianças e adolescentes, em mais de uma escola da capital, e o outro é vigilante.


Em entrevista ao POPULAR, a delegada Marcella Orçais, da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), revelou que foram realizados mandados de busca e apreensão em 4 endereços, sendo 3 na capital e um em Anápolis. Em dois desses endereços, foram apreendidos celulares com cerca de 200 arquivos de exploração sexual infantil, explicou Orçais. Os proprietários destes aparelhos foram presos em flagrante. Em outro desses locais foram apreendidos aparelhos para perícia mais profunda.


Em depoimento, o vigilante não confessou o crime e não forneceu informações relevantes à investigação. O professor confessou o armazenamento mas negou o compartilhamento dos arquivos e quaisquer práticas de pedofilia.


Ao todo, foram quatro mandados de busca e apreensão, três em Goiânia e um em Anápolis. Nos dois endereços onde a polícia encontrou celulares com arquivos de exploração sexual infantil, os donos dos aparelhos foram presos em flagrante. Num terceiro endereço, foram apreendidas máquinas para perícia mais profunda. Em um dos locais, nada de relevante à investigação foi encontrado.


A investigação da DRCC chegou nos endereços relatados através de investigações feitas em parceria com a Polícia Federal e a embaixada dos Estados Unidos. A delegada revela que existe um órgão mundial de repressão à exploração sexual infantil ligado às grandes empresas da rede mundial de internet, nos Estados Unidos. A PC chegou nos endereços em questão com auxílio dessas informações.


A identidade dos suspeitos não foi divulgada e por esse motivo O POPULAR não conseguiu contato com a defesa. Ambos suspeitos seguem presos na delegacia de crimes cibernéticos.



A legislação
Durante a entrevista, Orçais critica a legislação que torna crimes dessa natureza como fiançáveis, em certas ocasiões. A delegada exemplifica: um crime de fraude eletrônica, por exemplo, pode alcançar uma pena de até 8 anos de prisão, enquanto o armazenamento de cenas de exploração infantil pode chegar aos 4 anos. “Um crime de até quatro anos de prisão, ele é passível de fiança, se a pessoa não tem passagem…” , resume o anseio.


A esperança é que os projetos de lei que circulam no congresso prevendo o aumento dessa pena sejam aprovados, evitando a soltura de pessoas presas por crimes dessa natureza.


Pará registra mais de 13 mil crimes virtuais em 2022, com roubo de dados e perfis falsos na internet

O Pará registrou 13.267 casos de estelionato praticados por meio virtual em 2022. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

Cada vez mais comum, crime consiste na ação de golpe cibernético, que pode envolver roubo de dados e perfis em redes sociais a pedidos fraudulentos de dinheiro via pix.

As ocorrências são atendidas pela Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC), da Polícia Civil.

O Delegado titular da DECCC, Yan Almeida, detalha como é a ação dos criminosos, que na maioria ocorre com invasão de redes sociais.

Os criminosos obtêm êxito porque a própria vítima entra em link ou fornece algum código que chega por SMS, que são enviados pelos golpistas.

Eles "estudam o perfil da vítima", verificando interesses pessoais, como restaurantes, hotéis. Depois disso, criam perfil falso do estabelecimento e entram em contato oferecendo promoções.

Quando a vítima demonstra interesse na oferta, eles enviam algum link ou solicitam um código que chega por SMS, e assim conseguem o acesso à rede social.

"A melhor forma de identificar se a mensagem tem a ver com um golpe é verificar, antes de clicar em qualquer link ou enviar qualquer código, se realmente é uma conta verdadeira"
Segundo o delegado, é possível identificar quando o crime está em curso. Após a invasão do perfil, são aplicados diversos golpes nos seguidores e amigos da vítima, fornecendo diversas chaves PIX e contas bancárias.

Essas mensagens e contas fornecidas pelos golpistas também podem ser úteis à polícia, ajudando a identificar os responsáveis.

"É uma investigação que demanda certo tempo, mas é possível identificar os responsáveis. Para isso é importante que a vítima compareça à unidade policial para fornecer o máximo possível de informações", explica o delegado.

Segundo o delegado, é possível identificar quando o crime está em curso. Após a invasão do perfil, são aplicados diversos golpes nos seguidores e amigos da vítima, fornecendo diversas chaves PIX e contas bancárias.

Essas mensagens e contas fornecidas pelos golpistas também podem ser úteis à polícia, ajudando a identificar os responsáveis.

Segundo o delegado, é possível identificar quando o crime está em curso. Após a invasão do perfil, são aplicados diversos golpes nos seguidores e amigos da vítima, fornecendo diversas chaves PIX e contas bancárias.

Essas mensagens e contas fornecidas pelos golpistas também podem ser úteis à polícia, ajudando a identificar os responsáveis.

https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/01/23/para-registra-mais-de-13-mil-crimes-virtuais-em-2022-com-roubo-de-dados-e-perfis-falsos-na-internet.ghtml

HOMEM INVESTIGADO POR PERSEGUIÇÃO CIBERNÉTICA É PRESO NO TELÉGRAFO, EM BELÉM.

Um homem investigado pela prática do crime de cyberstalking — perseguição cibernética — foi preso nesta sexta-feira (18), no bairro do Telégrafo, em Belém


Prisão ocorreu nesta sexta-feira (18).

 A ação foi feita pela Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Civil do Pará (DECC), com apoio da Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV).

 As investigações apontam que o suspeito realizava perseguição cibernética, por meio de redes sociais, contra a vítima.

 Segundo a Polícia Civil (PC), o indivíduo criava perfis falsos para a divulgação de conteúdo íntimo sobre fatos ligados ao relacionamento amoroso que teve com a vítima do crime.

 A mulher já havia comparecido à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) e possuía medida protetiva contra o acusado. Diante do descumprimento da medida, houve o pedido de prisão preventiva do suspeito.

 De acordo com o trabalho investigativo, o homem já possuía oito indiciamentos pela prática do mesmo crime contra outras três vítimas.

 Durante o cumprimento dos mandados foram apreendidos aparelhos celulares e notebooks, que serão analisados como parte do inquérito policial que investiga o caso.

 Após o cumprimento do mandado, o homem foi encaminhado à unidade policial para as providências cabíveis, e está à disposição da Justiça.


Fonte: https://g1.globo.com/google/amp/pa/para/noticia/2022/11/18/homem-investigado-por-perseguicao-cibernetica-e-preso-no-telegrafo-em-belem.ghtml


 

Homem suspeito de pedofilia é preso com material pornográfico infantil em Mogi Guaçu

              

            



           Um homem suspeito de pedofilia foi preso nesta segunda-feira (27), em Mogi Guaçu (SP). A polícia apreendeu um celular e um computador com material pornográfico infantil.

          A prisão ocorreu após uma denúncia por meio do disque 100, da Delegacia da Mulher (DDM) e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

          O homem, que é suspeito de compartilhar vídeos em grupos de pornografia infantil e abuso infantil na internet, foi localizado na casa onde mora.

          Segundo a DDM, o homem admitiu que gosta de assistir aos vídeos, mas defende que não pratica atos pedófilos. Ele deve passar por audiência de custódia nesta terça-feira (28).


SITE OFICIAL:https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2023/03/28/homem-suspeito-de-pedofilia-e-preso-com-material-pornografico-infantil-em-mogi-guacu.ghtml

Jovem é detido pela Interpol após publicar, em seu canal no YouTube, crimes bárbaros.

Conhecido como Luka Magnotta, o jovem publicava suas atrocidades na plataforma do YouTube.



Luka Magnotta.


 Jimmy, pseudônimo adotado pelo praticante dos delitos, nasceu no dia 24 de julho de 1982, no Canadá, e possuía uma doença conhecida como mitomania, a qual se caracteriza pelo ato compulsivo de contar mentiras e foi com essa patologia que se livrou de sua primeira prisão.

Sua história no crime se iniciou em Dezembro do ano de 2010, quando, em um de seus canais no YouTube, publicou um vídeo que tinha por conteúdo um gatinho sendo sufocado por um adolescente.

Devido a todo o engajamento e repercussão derivado do vídeo horrendo, o jovem decidiu continuar publicando modelos de crimes parecidos, sempre usando felinos para suas práticas.

Diversas ONGs para proteção de animais começaram a se mobilizar para que as torturas fossem interrompidas, no entanto, não havia como localizar Luka, uma vez que ele usava programas de computador que mudavam sua localização, se tornando quase impossível que uma medida fosse tomada.

Dias após, a redação do jornal recebeu uma carta noticiando que os crimes se tornariam mais pesados e que não seriam apenas com animais. Dessa maneira, um tempo depois, uma encomenda chegou a localidade em que se encontrava a edição jornalística, nada mais era do que uma parte do corpo em decomposição.

Até que seu nome surgiu, por meio de um internauta, como sendo o praticante de todos esses delitos, o que levou Jimmy a marcar uma entrevista com a imprensa para desmentir todas as acusações. Contudo, isso nunca ocorreu, já que, no dia, foi retirado por dois policiais do hotel em que estava hospedado, o que fez com que ele fugisse do local sem dar suas explicações.

E assim, partes humanas foram sendo mandadas, não somente para o jornal, como para escritórios políticos, casas aleatórias e qualquer espaço que aquilo fosse causar visibilidade.

Lin Jun

O corpo, em questão, era do estudante Lin Jun, que foi torturado e depois teve suas partes corporais retiradas. O assassinato foi publicado em um dos canais de Luka, o que fez a Interpol, polícia internacional, se mobilizar para deter o assassino, já que, seus crimes não se restringiam ao Canadá, seu país, mas todo o mundo, visto que ele fugia para diferentes localidades e logo, poderia cometer atrocidades com a população local.
Seu advogado tentou alegar que Magnotta sofria de problemas psicológicos, mas sua pena não foi reduzida.

Sua onda de práticas criminosas só foi terminar em Berlim, na Alemanha, no mesmo ano, quando foi capturado pela polícia em um cyber, onde estava procurando seu nome na internet, e sentenciado a prisão perpétua.

Além de todos esses atos, ele clonava cartões e os utilizava para comprar coisas.

Fonte: https://youtu.be/zxXBcVDaIPQ

Por Maria Luiza de S. Rocha


CLONAGEM DE CARTÃO, CRIME CIBERNETICO QUE ATINGE MUITAS PESSOASS NO BRASIL E NO MUNDO

FONTE; https://noticiasconcursos.com.br/





O que significa clonar um cartão?


É conhecido como “clonar um cartão” o crime que consiste em roubar a informação do cartão e, em seguida, utilizá-la para efetuar transações fraudulentas. No início, esse tipo de crime se limitava ao roubo de informações por meio de aparelhos conhecidos como skimmers.

Com o auxílio desses dispositivos, os criminosos pegavam as informações contidas na tarja magnética do cartão. Assim, posteriormente, transferiam para um cartão vazio a fim de realizar as transações.

No entanto, essa prática cresceu. Hoje os criminosos diversificaram os métodos para tentar roubar informações sigilosas, como os Códigos de Segurança (CVV). Dessa forma, efetuam compras na internet.
Como evitar que o cartão seja clonado?

Para evitar passar por essa situação dolorosa, o conselho é aplicar as seguintes recomendações:Verifique os terminais e caixas eletrônicos antes de usá-los. Verifique se eles não têm um dispositivo embutido que possa copiar suas informações;
Exija que tragam o terminal até você ao fazer um pagamento com cartão. Se isso não for possível, vá ao local para ver a transação realizada;
Não envie informações financeiras por meio de mensagens de texto ou e-mails e altere suas senhas com frequência;
Procure se os sites onde você faz compras ou transações eletrônicas possuem os protocolos de segurança necessários, bem como os selos que suportam a proteção dos seus dados;
Se você tiver dúvidas sobre um e-mail ou mensagem do seu banco, entre em contato diretamente com eles;
Ative os alertas da sua instituição para notificá-lo sobre as transações que você faz e reveja periodicamente o seu extrato de conta.https://noticiasconcursos.com.br

Estudante xingado de 'gordo' e 'bolo fofo' compartilha sofrimento após ser vítima de bullying e cyberbullying

 

Um adolescente de 13 anos, morador de Guarujá, no litoral de São Paulo, lembrou os momentos de tristeza de quando enfrentava o cyberbullying e o bullying no ambiente escolar. “Eu postava fotos e me xingavam de gordo, bolo fofo, saco de areia, baleia, entre outras coisas”, desabafou o garoto. Ele os demais alunos da rede municipal de ensino receberam palestras sobre o tema para orientar os problemas causados pela prática e como se proteger.

Vítima na última escola em que estudou, o garoto afirmou que as “brincadeiras” e a perseguição devido ao seu peso continuavam na Internet. “Basicamente em todas as fotos que eu colocava, alguém me xingava de feio nos comentários”. Segundo ele, durante as aulas, os companheiros de classe e até de outras salas sempre o ofendiam.

O jovem relata que geralmente os xingamentos nas redes sociais eram feitos por duas ou três pessoas. A mãe dele foi avisada sobre a situação e tentou contato com uma das crianças que o ofendiam, mais acordo com o adolescente, "nada aconteceu”. O bullying e o cyberbullying só pararam quando ele mudou de escola.                                                                                        Autor: Eduardo Vieira de Vilhena                                                                                                                                                                                 Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2022/06/11/estudante-xingado-de-gordo-e-bolo-fofo-compartilha-sofrimento-apos-ser-vitima-de-bullying-e-cyberbullying.ghtml

Polícia Científica analisa ataque cibernético ao sistema do Tribunal de Justiça do Pará

Peritos criminais trabalham na rede de computadores, em Belém, e nas instalações do TJ em Santa Izabel do Pará. Ataque ocorreu no último dia 11.


Por g1 Pará — Belém

17/01/2023 21h08

Peritos criminais da Gerência de Perícias de Informática (GPI), da Polícia Científica do Pará (PCEPA), foram acionados para analisar o ataque cibernético ao sistema do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), ocorrido na quarta-feira (11). A atuação da perícia foi solicitada pela Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC), da Polícia Civil, após a abertura de investigação criminal.

Na sexta-feira (13), o trabalho inicial dos peritos envolveu análise do ambiente dos computadores, na sede do Tribunal, em Belém, e nas instalações do órgão localizadas no município de Santa Izabel do Pará (Região Metropolitana de Belém).

A perícia vai incluir também a análise dos computadores, uma vez que de acordo com a DECCC o autor do ataque cibernético teria usado a senha de um servidor para acessar o sistema do TJ-PA.

"Tivemos essa informação, e ouviremos esse servidor para saber se, de alguma

forma, ele foi hackeado ou se houve outra situação que motivou isso",

disse o delegado Yan Almeida, da DECCC.


Ainda de acordo com o delegado, a análise pericial será importante para a identificação do autor do ataque e sua autuação.


"Confiamos no trabalho dos peritos. Que a partir da análise deles o suspeito possa ser identificado, assim como detalhar o modus operandi dele. Além disso, poderá nos subsidiar sobre outros possíveis ataques cibernéticos que ele tenha cometido", completou Yan Almeida

Fonte:https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/01/17/policia

-cientifica-analisa-ataque-cibernetico-ao-tribunal-de-justica-do-para.ghtml

Autora: Gabriele Torquato Cardoso

Operação prende homem suspeito de crimes sexuais cibernéticos em Belém

Fonte:https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2022/02/21/operacao-prende-homem-suspeito-de-crimes-sexuais-ciberneticos-em-belem.ghtml

Foram identificadas cerca de dez vítimas do criminoso, e as investigações apontam que o crime era praticado de forma recorrente desde o ano de 2019

Por g1 Pará — Belém

21/02/2022 20h25


Um homem foi preso nesta segunda-feira (21), em Belém, suspeito de cometer uma série de crimes cibernéticos contra mulheres. As vítimas eram abordadas por meio de redes sociais.

Foram identificadas cerca de dez vítimas do criminoso, e as investigações apontam que o crime era praticado de forma recorrente desde o ano de 2019. A prisão integra a 1ª fase da Operação “Cogente”, coordenada pela Divisão de Combate a Crimes Contra Grupos Vulneráveis Praticados por Meios Cibernéticos (DCCV/DECCCC).

De acordo com a Polícia Civil, as investigações dos crimes de importunação sexual praticadas através da internet iniciaram há cerca de oito meses, culminando hoje com a prisão de um investigado. "O acusado abordava mulheres através de rede social, mandava mensagens identificando-se como uma amiga a fim de estabelecer contato. Em seguida, o homem fazia chamadas de vídeo, em que aparecia exibindo o órgão genital", informou a delegada Lua Figueiredo, da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Praticados por Meios Cibernéticos.

A Polícia Civil também apreendeu aparelhos telefônicos do investigado, além de HD e cartão de memória, que serão periciados para esclarecer o modo de atuação e reunir provas dos demais crimes praticados.

 - Joaquim Vitor Ferreira

Polícia investiga suspeito de aliciamento envolvendo jogo online em Indaial

 


Segundo a denúncia de um familiar de duas vítimas, a estratégia do criminoso envolvia frequentar os jogos online e oferecer recompensas em troca de vídeos e fotos explícitas.


A Polícia Civil investiga a suspeita de um aliciador que teria feito duas vítimas em Indaial , no Vale do Itajaí. Segundo a denúncia de um familiar de duas vítimas, a estratégia do criminoso envolvia frequentar os jogos online e oferecer recompensas em troca de vídeos e fotos explícitas.




Fonte:https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2022/03/24/policia-investiga-suposto-caso-de-pedofilia-envolvendo-recompensa-de-jogo-em-indaial.ghtml

Fonte: Judson Lima/Vale do Ajeitai Noticias.



Dois primos, de 11 e 12 anos, chegaram a enviar fotos íntimas ao homem, que não foi identificado. Quem descobriu o que estava acontecendo com os meninos foi a mãe de uma das vítimas, que verificou o celular do filho e procurou a delegacia na sexta-feira (18). Ela afirmou que não viu mudança no comportamento do garoto.


A mulher conta que um perfil nas redes sociais oferecia recompenas grátis para um jogo. De acordo com o relato, o suspeito, que administra essas premiações, pede que o usuário envie o número de telefone e mande uma mensagem privada.


Em seguida, a conversa muda de tom e o administrador pede, detalhando as preferências, que as vítimas enviem fotos e vídeos íntimos para que então receba a "recompensa", segundo informou a mulher.O suspeito, conforme a mãe da vítima, detalha o tempo de duração das gravações. Depois, ensina as crianças a apagarem o material. "Ele acaba enviando esse diamantes para a criança", disse.


Ela conta que chegou a mandar mensagens para o suspeito com o objetivo de confirmar como era a dinâmica do crime. "Parece que está sempre online", explica.


"Fui perceber mesmo porque tenho o hábito de mexer no celular dele. Então eu acabei pegando o aparelho na mão e me deparei com aquelas mensagens obscenas, de um adulto mandando coisas horríveis para meu filho. Me bateu um desespero", relata a mãe.
A Polícia Civil recebeu duas denúncias e está apurando o caso. Como o caso envolve pessoas menores de idade, a investigação ocorre sob sigilo.
PUBLICADO POR RAISSA SOFIA



Vazamento de dados de usuários da empresa Yahoo, entenda sobre, entenda as consequências e como evitar.

 

 Ciberataque de 2013 afetou mais de 3 bilhões de contas de usuário, afirma Yahoo




 Inicialmente, a estimativa de contas afetadas era de, apenas, um bilhão. Porém, a Verizon, empresa que comprou os ativos do Yahoo em 2017, retificou essa quantidade para 3 bi no dia 03/10/2017, após maiores investigações.
 A empresa diz que está enviando e-mails para as demais contas ficarem em alerta, embora não tenha vazado dados perigosos, como senhas ou informações de contas bancárias e, portanto, não seja uma nova questão de segurança.
 O Departamento de Justiça dos EUA aponta dois hackers e dois agentes russos como culpados pelo ataque, alegando que estes teriam objetivo de ganho financeiro e espionagem. Também foi emitido mandado de prisão para o jovem de 22 anos, Karim Baratov, um imigrante do Casaquistão que residia no Canadá, afirmando que ele teria sido contratado pela inteligência russa para realizar o ataque.
                                          fonte: G1
                  
                

           ( vídeo explicando um pouco sobre o vazamento de dados)
  

  Pode-se dizer,então, que o vazamento de dados ocorre quando os dados e as informações, pessoais e confidenciais, de uma pessoa ou de uma organização, são individualmente acessados, coletados, e divulgados na internet ou repassados a terceiros. 
 Um exemplo de vazamento de dados, foi o que ocorreu com a Yahoo, anteriormente citado. Em 2013 aconteceu um ciberataque que afetou todas as 3 bilhões de contas da empresa, e, em 2014, hackers roubaram os dados pessoais de mais de 500 milhões de contas de usuários da mesma. Esse ataque à Yahoo é noticiado como o maior da história, em termo de número de afetados. 

  Segundo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), as punições previstas em lei vão desde uma simples advertência a multas milionárias por infração. E, em casos mais graves, pode ocorrer também a publicização da infração (que mancha o nome da empresa no mercado), o bloqueio e até a eliminação dos dados pessoais dos usuários da empresa em questão.

 Dessa forma, algumas práticas que você ou sua empresa podem adotar para evitar o vazamento de dados seriam :

- Utilizar servidores e tecnologias seguras ;

- Investir em em criptografia;

- Criar políticas de segurança para toda a empresa;

- Criar política de cookies, termos de uso e política de privacidade;

- Adequar-se à LGPD 



 Autora : Anna Beatriz Sereni 
 Fontes : 
Prevenção contra vazamento de dados-locusiuris 
O que é vazamentos de dados ?
Punições acerca do vazamento de dados-Catho 


Polícia Civil indicia homem que se passava por empresário para cometer crimes sexuais online.




Nessa sexta-feira (31), a Polícia Civil do Estado de Tocantins concluiu as investigações referentes a uma tentativa de chantagem realizada por um homem de 25 anos do muncípio de Maceió, no Estado de Alagoas, que foi indiciado por falsificação de identidade, tentativa de estupro simples e exposição íntima da vítima sem consentimento.

A vítima informou às autoridades que foi ameaçada após iniciar um relacionamento superficial com um homem através das redes sociais. Ele ameaçava divulgar fotos que ela havia enviado em momentos anteriores e gravar vídeos íntimos que poderiam ser compartilhados.

Análises policiais indicam que o crime cometido pelo indiciado denomina-se “catfishing”, que consiste na criação de perfis falsos na internet para roubo de dados e extorsão de dinheiro. Através desse método, o criminoso assumia a identidade de um empresário e enganava a vítima. “Ele exigiu que ela gravasse e enviasse vídeos íntimos, e ameaçou divulgar as fotos caso ela não cumprisse suas exigências”, afirma o delegado Jacson Wutke, responsável pelo caso. Além das ameaças, ele teria enviado as fotos para outras pessoas.

"O senso comum costuma ver a internet como ‘terra de ninguém’. Não é, nem nunca foi. Muito embora a legislação vigente não tenha acompanhado a contento a evolução da sociedade, principalmente em âmbito virtual, existem leis que, sejam gerais ou específicas, são inteiramente aplicáveis a esses delitos praticados na internet”, evidencia a autoridade policial.

A Polícia Civil solicitou ao Poder Judiciário medidas cautelares para o homem investigado por crimes em ambiente virtual. Essas medidas se diferem da sentença de prisão e implicam a proibição de acesso à internet, incluindo redes sociais e aplicativos de mensagens, tais como Facebook e WhatsApp.



Fonte: https://www.portalonorte.com.br/plantao-190/homem-e-indiciado-apos-passar-por-empresario-para-praticar-crimes/118572/ 










Clonagem de cartão.

 fonte:G1

Bandidos vendem dados de cartões de crédito em redes sociais


Criminosos oferecem tabelas com limites disponíveis e até possibilidade de checagem de crédito nos aplicativos dos bancos. Pessoas que utilizam esses dados podem pegar até oito anos de cadeia.




Bandidos montaram um equema on line de venda de cartões de crédito clonados. Os pacotes de venda são oferecidos em perfis de redes sociais.
A partir do vazamento de dados cadastrais ou de programas espiões que invadem celulares ou computadores, os criminosos oferecem informações de cartões de crédito clonados para serem utilizados em compras on line.
Para isso, cobram um preço menor que o saldo disponível nos cartões.
Os golpistas dividem as ofertas em categorias. Em uma delas, o comprador paga determinado valor, mas não sabe exatamente quanto terá disponível para compra - apenas um valor médio.
Por exemplo: se optar pelo cartão denominado "Classic", o interessado paga R$ 30 e pode receber até R$ 400 de saldo.
quanto maior o limite do cartão clonado, maior o preço cobrado pelas informações negociadas ilegalmente.
Em outra tabela, mais cara, são negociados cartões com limites maiores e fixos. O vendedor cobra R$ 250 e entrega um saldo de R$ 1 mil.
Um dos anúncios promete até acesso ao aplicativo do banco para fazer consulta de limite.
Em outro perfil, não há garantia de aprovação da compra, nem do saldo da conta - o comprador tem 10 minutos para fazer a troca de um cartão recusado se a compra on line for bloqueada. Se não der certo de novo, não pode fazer outra troca.
O vendador recebe o pagamento por pix e, em seguida, envia ao comprador os dados do cartão clonado, como número, data de vencimento e código de segurança.
O esquema só envolve compras on line, já que não existe cartão físico.
A produção do RJ1 entrou em contato com alguns dos golpistas. Por meio de uma mensagem, um deles indica a compra de um cartão específico, pelo fato de ter todos os dados do dono e ficar mais fácil ter a aprovação.

"Pô, eu quero R$ 5 mil. Tu vai logar, vai ter os R$ 5 mil. A unitária, não tem como saber qual é o valor exato, tá ligado? Só a média", disse um bandido.

Por telefone, outro vendedor informa que o cartão é clonado.

"Ele não é um cartão seu, é um cartão clonado. Então, ele é um cartão que provavelmente, certamente, você e o próprio dono vão usar, entendeu? Mas aí, eu tenho controle aqui, entendeu? Do limite e tal. É como se tu tivesse comprando com seu próprio cartão, entendeu?", descreve outro golpista.

Os vendedores de cartões clonados são chamados de "cartãozeiros". Os compradores podem ser enquadrados como estelionatários e estão sujeitos a penas ainda maiores.
"O indivíduo que adquire esse cartão acredita que está protegido. Tudo que é feito na internet deixa rastros, deixa vestígios. Quem clona, tem uma pena de um a quatro anos. Quem pega esse cartão e faz as compras, comete uma modalidade de estelionato que é recente, chamada fraude eletrônica, com uma previsão de pena de quatro a oito anos", explicou o advogado especializado em cibercrime, Flávio Filizzola.
Na semana passada, uma estudante de Direito de São Paulo foi presa por estelionato por tentar usar dados de um cartão clonado para pagar uma hospedagem no Leblon.
Ingrid Caroline Gonçalves se disse vítima de um golpe. Mas segundo a polícia, ela não apresentou um cartão físico e admitiu já ter feito outras viagens pagas com o serviço de cartãozeiros.
caso você perca o cartão o primeiro passo é pedir bloqueio ou cancelamento imediato do cartão. Analisar e saber cada cobrança que você não reconhece. Fazer um BO (boletim de ocorrência), pois, se chegar qualquer protesto em seu nome, você terá mais comprovantes de não era você usando o cartão, o caso pode ser as vezes demorado mas é eficaz para evitar desavenças








Suspeito de armazenar e compartilhar conteúdo de pedofilia na internet é preso em MS


Nesta terça-feira (14), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, homem de 43 anos foi preso em flagrante por armazenar e compartilhar conteúdo de pedofilia. Ele foi alvo de operação policial em Batayporã, a 306 quilômetros de Campo Grande.

Conforme as informações da polícia, o homem era investigado pelo armazenamento e compartilhamento de vídeos e fotos de pornografia infantil. Assim, foi alvo do mandado de busca e apreensão da DEPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) e Delegacia de Batayporã.

Ainda segundo as investigações, foi identificado que o suspeito usava o celular para fazer download do conteúdo criminoso. Também usava o aparelho para acessar grupos nas redes sociais e manter contato com outros suspeitos com os mesmos interesses.

Depois dos downloads, o investigado armazenava grande quantidade desse conteúdo. Foram encontrados milhares de fotos e vídeos de pornografia infantojuvenil. Depois, o homem compartilhava parte do material com outros indivíduos.

Assim, durante cumprimento do mandado, foi confirmado armazenamento do conteúdo ilegal e feita a prisão em flagrante. Na casa ainda foram encontradas bonecas de cunho sexual

É muito importante que responsáveis por esse crime hediondo sejam encontrados e presos, as redes sociais das crianças sejam monitoradas para que não ocorra esse tipo de tragédia 


Prevenção de crimes sexuais, denuncie!

Ligue: 190 e alerte as autoridades


Esta notícia foi publicada em 14 de março de 2023 14:51



Publicado por Victor Hugo

domingo, 2 de abril de 2023

A terrível experiência de uma mulher com perseguição online






Essa postagem sintetizará e traduzirá as informações expostas no youtube pelo canal City news.


    Vanessa Bruno uma mulher de 30 anos e residente de Toronto foi vítima de Cyberstalking constante por 6 meses, a levando a um estado de terror tão abrasivo que ela chegou a dormir com uma faca debaixo de seu travesseiro.


O que é cyberstalking?
    O termo em inglês se trata de um ataque tecnológicamente realizado a uma pessoa, que é especificamente escolhida por seu agressor, normalmente por influência de raiva, vingança ou controle.¹
Cyberstalking pode ocorrer de diversas formas, incluindo mas não limitado a: assédio, humilhação ou constrangimento da vítima e ameaças.



    Vanessa Bruno, assim como a maioria de nós, é bastante conectada com o mundo online, segundo a mesma, ela é ativa em diversas redes sociais como Facebook, Twitter, Tumblr, Instagram e em seu blog pessoal no qual escreve sobre sua vida vivendo na cidade.

Um dia Vanessa recebe um comentário de ódio em um de seus posts, que não apenas ridícularizava seu uso da internet sendo uma mulher mais velha mas também proferia insultos à sua aparência. 
No dia seguinte ela recebe mais um comentário, porém dessa vez seu conteúdo tratava de assustos mais pessoais para Vanessa como seu namorado na época, fazendo uma conexão entre os supostos "defeitos" de Vanessa com o fato de estar namorando um homem negro, em um tom extremamente racista.


Rapidamente os comentários crueis e racistas se tornam ainda mais perturbadores quando a pessoa  ameaça aparecer no local de trabalho de Vanessa e tirar fotos da mesma para criar nudes falsos e arruinar sua carreira
Essas ameaças de encontrarem Vanessa na vida real não pareciam o suficiente para o cyberstalker, então ele começa à deixar ameaças de morte não apenas para Vanessa, mas em posts de amigos próximos.

Em uma foto de uma de suas amigas que anunciava sua gravidez no facebook ,o cyberstalker, que tinha como nome de sua conta "Marty Szacowski", comenta: "Quando tiver finalizado com a Vanessa eu vou cortar a garganta do seu bebê"


O cyberstalker se tornou uma presença constante em todas as redes sociais de Vanessa, suas ameaças se tornavam cada vez mais doentias até o ponto em que ele começou a ameacar estuprá-la, comentando que a estaria esperando do lado de fora de seu trabalho.

O homem parecia saber tudo sobre a vida de Vanessa, e utilizava de qualquer ponto fraco da mesma para humilhá-la, chegando a enviar um email no nome do irmão de Vanessa que havia recentemente se suicidado.
Pensando ser um email que havia sofrido um atraso ou que continha uma carta de despedida de seu irmão, Vanessa abre o email apenas para perceber que seu cyberstalker o  havia  enviado, culpando seu comportamento pela morte de seu irmão. 
Vanessa comenta que ao ler a mensagem ela quase não conseguia respirar, e sentiu vontade de vomitar.


A mulher não fazia ideia de quem poderia ser o autor desses comentários e mensagens, tão crueis e insanas.
Inicialmente, ela chegou a desconfiar das pessoas que a conheciam.


Após 1 mês de constante perseguição e tortura psicológica vinda de seu agressor, Vanessa vai às autoridades para reportar seu caso, porém ela mesma comenta que seu caso foi transferido 4 vezes e que polícia não a estava levando a sério; ela teve medo de que, por ser um sistema nada proativo, sua situação não seria investigada  até que ela fosse realmente estuprada.


Scott Mills, o policial que toma conta das redes sociais da policia de Toronto, comenta que já havia ouvido de diferentes oficiais que eles nao levavam esse tipo de situação a serio, ja que se tratava de algo ocorrendo online.
Porém, ele também revela, exclusivamente, que a policia de Toronto esta criando uma unidade de investigação online especial para casos como o de Vanessa.

Porém, para o caso dela, foi seu próprio trabalho de detetive, assim como o de seus amigos versados em TI ,que tornaram possivel o rastreamento do homem responsável pelos ataques.
Vanessa diz que não fazia ideia de como ou porque o homem a havia encontrado e decidido atacá-la.

"Quando eu achei que o responsável era um dos meus amigos  foi doloroso, mas quando eu descobri que havia sido um completo estranho foi aterrorizante."

Michael Sapega, um homem de StonyCreek, foi acusado de assédio, ameaças, e dano corporal, e aguarda julgamento ao qual Vanessa disse que compareceria. 

"Depois dele ter me torturado por seis meses eu só quero olhar pra ele e dizer: você foi pego"




Postagem por: Maria luiza Margalho Negrão Carvalho















Estelionato e falsidade ideológica no mundo virtual.


Desde o início da globalização, a internet e os meios de comunicação se tornaram imprescindíveis à sociedade, tanto no ambiente laboral, quanto no cotidiano. Contudo, apesar dos inúmeros benefícios de estar conectado, essa tecnologia traz novos riscos para população, como os crimes virtuais.


De acordo com a advogada Nathália Alves, em seu artigo "Crimes Virtuais", esse tipo de crime pode ser classificado como próprio, quando ele só pode ser praticado naquele ambiente, o qual possibilita sua ocorrência, ou como impróprio, que são crimes possíveis de serem cometidos fora desse ambiente, mas que usam dele como meio para pratica-los.


A seguir, observa-se um exemplo de crime virtual impróprio:

Homem acusado de falsidade ideológica e estelionato virtual é preso no Pará

A Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC), em ação conjunta com a Polícia Civil paraense, cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o suspeito no dia 31 de abril de 2022.
Segundo as investigações, o acusado utilizava de documentos falsos, com nomes de servidores públicos, para criar contas em bancos virtuais. Tais contas eram aprovadas e, com isso, o homem solicitava a portabilidade desses servidores e conseguia, os deixando sem acesso a esse dinheiro.
A delegada encarregada, Maria de Fátima Chaves dos Santos, acredita que o sujeito tenha aberto, pelo menos, dez contas utilizando esses documentos, movimentando, aproximadamente, R$215 mil reais. "Após ter acesso aos salários, o homem passou a exibir uma vida luxuosa nas redes sociais, em Fortaleza-CE, onde residia desde o mês de março.", afirma a delegada.

Tais delitos se caracterizam como crimes virtuais impróprios, em virtude de não ser obrigatório o espaço virtual para sua ocorrência, visto que são recorrentes fora dele também.


Assim, sua investigação é assistida pela lei 12.965/14, também chamada de Marco Civil da Internet, que permite o armazenamento de registros digitais. Logo, facilita a procura pelos rastros virtuais que correspondem ao crime investigado.

A denúncia desses crimes deve ser feita com acompanhamento de um advogado especializado na área digital, em qualquer delegacia. Porém, existem delegacias especializadas e deve ser dada preferência para elas na hora da denúncia, por serem melhor preparadas.

A pena referente ao estelionato, prevista no artigo 171 do Código Penal (CP), é de um a cinco anos de reclusão e multa, podendo dobrar se a vítima tiver mais de 60 anos. Além disso, no caso supracitado, houve também a falsidade ideológica, prevista no artigo 299 do CP com pena de um a cinco anos de reclusão + multa, se o documento falsificado for público, ou reclusão de um a três anos + multa, em caso de documentação privada.

Dessa forma, nota-se a necessidade de se prevenir de tal delito. Isso pode ser feito das seguintes maneiras: 

- Verificação de duas etapas em redes sociais;
- Desconfiar de links suspeitos, não os acessando de imediato;
- Não enviar mensagens com a senha de seu banco;
- Tomar cuidado com as informações pessoais que publica nas redes;
- Entre outras medidas disponíveis nos próprios aplicativos.

Autora: Manuela Sereni
Fontes:

Pediatra acumula mais de 1,2 milhão de imagens de pedofilia e é condenado, na Inglaterra

 Fonte: https://revistacrescer.globo.com

De acordo com as autoridades, o médico foi pego com um dos maiores acervos de imagens de abuso sexual infantil

O pediatra, que foi condenado, tinha um dos maiores acervos de imagens de pedofilia — Foto: Reprodução/ Daily Mail

Imagine buscar um médico para cuidar da saúde do seu filho e encontrar, na verdade, um pedófilo. David Shaw, 48, um ex-clínico geral e pediatra foi preso pela polícia britânica, que afirmou que o homem era dono de uma das maiores coleções de imagens de pedofilia do país. No total, ele tinha mais de 1,2 milhão de fotos de crianças, em 16 dispositivos diferentes.

Shaw, que é de Tauton, em Somerset, na Inglaterra, fez 1.278.256 downloads de imagens de pedofilia na rede de compartilhamento Freenet, de maneira anônima. No julgamento, que ocorreu em 18 de outubro do ano passado, o homem admitiu três acusações, relacionadas a armazenar fotos impróprias de menores de idade.

 

Segundo o Daily Mail,o criminoso foi preso por oficiais da National Crime Association, em sua antiga casa em Maidstone, Kent, em fevereiro de 2019, depois que oficiais da National Crime Agency identificaram sua identidade. Shaw admitiu aos policiais que imagens de todas as três categorias de gravidade poderiam ser encontradas em seus dispositivos eletrônicos.

O médico fez residência na Guy's Hospital Medical School e se formou em 2004, trabalhando como clínico geral entre 2005 e 2013.

Quando entrevistado, Shaw admitiu que baixava imagens indecentes desde 2005 e esperava uma visita da polícia em algum momento. Ele admitiu sentir atração sexual por garotas pré-adolescentes, descrevendo a si mesmo como uma pessoa 'má' e como um 'criminoso'. Shaw afirmou que ficou deprimido quando tentou parar de ver as imagens e disse que, naquele momento, parou de trabalhar como clínico geral.

O juiz Oliver Saxby disse que, como especialista em pediatria, Shaw, mais do que qualquer outra pessoa, estaria ciente dos danos infligidos às crianças nas imagens que baixou.

Na última quinta-feira (23), ele foi condenado a 2 anos e 2 meses de prisão e recebeu uma ordem de prevenção a danos sexuais com duração de 10 anos.

O investigador sênior da NCA, Tony Smith, disse: “É uma das maiores coleções de imagens de abuso sexual infantil com as quais a NCA já lidou. Shaw não apenas abusou de sua posição de confiança, como também ajudou a alimentar o comércio repugnante de imagens de abuso sexual infantil, baixando este material. Tragicamente, por trás dessas imagens, estão crianças vulneráveis, ​​sendo exploradas apenas para satisfazer os pedófilos. A NCA continua a perseguir infratores como Shaw, para responsabilizá-los por suas ações e proteger as vítimas de abuso sexual infantil online”.



Aluna: Áurea Cardoso da Silva 

  GUERRA DE ISRAEL X HAMAS